O Sistema Único de Saúde realizou 4,4 milhões de mamografias em 2025, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde em 29 de outubro. O número representa aumento de quase 30% em cinco anos. No mesmo período anual, a rede pública registrou 63,6 mil cirurgias relacionadas ao câncer de mama.
O atendimento começa na Unidade Básica de Saúde de referência. A equipe avalia queixas, histórico pessoal e familiar e a necessidade de exames ou encaminhamento para serviços especializados.
A mamografia pode ser realizada pelo SUS em mulheres de qualquer idade quando houver indicação médica. A avaliação de alterações nas mamas não deve ser adiada para a próxima campanha ou para um exame de rotina.
Entre os sinais que precisam de avaliação estão caroços na mama ou na axila, mudanças no mamilo, saída espontânea de líquido e alterações persistentes na pele. Esses sinais precisam ser investigados e não confirmam, sozinhos, o diagnóstico de câncer.
Quando os exames identificam uma alteração suspeita, pode ser necessária uma biópsia para analisar o tecido. O tratamento é definido conforme o diagnóstico e pode envolver cirurgia, radioterapia e medicamentos. A oferta de cuidado permanece ao longo do ano, além do Outubro Rosa.



