Saúde

Doação de órgãos: comunicar a vontade à família é passo decisivo

Data nacional, lembrada neste domingo, reforça que manifestação em vida não substitui autorização familiar

Foto: Albari Rosa/Arquivo AEN (foto de arquivo)

Quem deseja doar órgãos após a morte precisa conversar com a família. Neste domingo, 27 de setembro, Dia Nacional da Doação de Órgãos, a orientação ganha destaque por uma razão prática: a retirada depende da autorização familiar, mesmo quando a vontade foi registrada em vida.

O registro pode comunicar a decisão do potencial doador, mas não dispensa essa autorização. Por isso, deixar o assunto conhecido pelos familiares é uma etapa importante antes de qualquer situação de emergência.

Outra dúvida envolve a distribuição dos órgãos. A seleção dos receptores considera critérios técnicos, como compatibilidade e localização, além das características de cada transplante. O tempo de espera, isoladamente, não determina quem receberá um órgão disponível.

Também existe doação em vida, como a de um rim ou de parte do fígado. Nesses casos, são necessárias avaliação médica, condições de segurança para o doador e cumprimento dos requisitos legais.

Na doação após a morte, a possibilidade de aproveitar órgãos e tecidos depende de avaliação especializada. A vontade de doar deve ser comunicada; a viabilidade é definida pela equipe responsável.

Foto de capa: Albari Rosa/Arquivo AEN (foto de arquivo). Equipe movimenta uma caixa térmica de transporte de órgãos junto a uma aeronave no Paraná. Imagem divulgada pela Agência Estadual de Notícias do Paraná.

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