Esporte

Brasil encerra Mundial de ciclismo paralímpico com seis medalhas

Campanha em Apeldoorn termina com uma prata e cinco bronzes; equipe com Jerusa Geber e Lucas Prado sobe ao pódio no último dia.

Equipes medalhistas posam no pódio do Mundial em Apeldoorn. À direita, quatro integrantes do Brasil vestem verde e amarelo e exibem medalhas de bronze.
Foto: Divulgação/CBC — pódio da velocidade por equipes no Mundial de 2026.

O Brasil terminou o Mundial de ciclismo paralímpico de pista com seis medalhas: uma prata e cinco bronzes. A competição em Apeldoorn, nos Países Baixos, foi encerrada neste domingo, 1º de novembro, após quatro dias de provas.

Bronze por equipes no encerramento

Jerusa Geber e a pilota Carolina Barbosa Alves do Nascimento, ao lado de Lucas Prado e do piloto Carlos Luan Rodrigues Silva, conquistaram o bronze na velocidade por equipes da classe B. O quarteto marcou 50s776 e superou a equipe dos Estados Unidos.

A classe B reúne ciclistas com deficiência visual. Eles competem em bicicletas tandem, com dois lugares: o piloto com visão pedala à frente e o atleta ocupa o banco traseiro.

Balanço brasileiro

Victoria Barbosa encerrou o campeonato com dois bronzes. Ricardo Alafim e Sabrina Custódia também conquistaram uma medalha de bronze cada, no contrarrelógio de 1 km.

A prata brasileira veio com Lauro Chaman na prova de eliminação, na sexta-feira, 30. O resultado foi o melhor do país no Mundial.

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